Numa altura em que as companhias aéreas cobram por cada saquinho que se leva na viagem, na altura de viajar há que equacionar bem o que levar.
Neste sentido, a roupa de todos nós na viagem a Marrocos foi pensada de forma prática, minimalista, leve e fresca, pois sabíamos que iríamos apanhar dias bem quentes. Tudo o que se levasse teria que caber numa mochila. Cada um trataria da sua.
Assim sendo, para o Mini, embora não tenha escolhido a roupa mais bonita, decidi levar os equipamentos de futebol. Vantagens: não se amarrotam, são leves, frescos, protegem da transpiração e se tivesse necessidade de lavar alguma peça à mão, enxugar seria rápido, sem necessidade de engomar.



Levou uma t-shirt também fresca para fazer as viagens de avião, com uns calções, também eles leves e frescos.
Acrescentei um par de meias por dia, assim como de cuecas, pijama leve, sapatilhas e uns chinelos. O boné não poderia faltar, devido ao sol que iríamos apanhar. Casaco não seria preciso, por isso, não levei nenhum.
O Mini pôde levar a sua roupa numa mochila, sem o carregar demais.

Com o Afonso segui a mesma lógica.
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